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vai um sonzinho aí?

dia 18 fiz um programa diferente. fui conhecer um evento que acontece toda sexta-feira no centro do Rio, na esqquina da Av. Rio Branco com a R. Pres. Wilson.

ali tem uma banca de jrnal bem diferente das outras. é um lugar onde amantes da boa música se reúnem. amantes do blues.

confesso que não sou entendido no ritmo de feras como james brown. o que conheço é de audições distraídas em filmes ou imagens de arquivo na TV.

mas a boa música de qualidade a gente reconhece de cara, digo de ouvido.

bom, resumindo: ali no espaço se apresentam bandas que tocam músicas conhecidas (grandes clássicos) e composições próprias. levada da boa.

eu não entendo muito do idioma do tio sam e da rainha (entrei no curso de inglês há pouco tempo), mas com o vigor da guitarra, baixo e bateria não dá pra ficar indiferente. vi grandes perfomances.

e não tinha muita gente não.

e um programama que mereceria um público maior. ainda mais que não se paga nada pra ouvir coisas que muitos pagariam mais de R$ 100,00 sem pensar. 



Escrito por Vinícius às 14h36
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como a vida é

na terça-feira aconteceu uma coisa interessante.

estava eu voltando pra niterói e o trocador do õnibus pediu pra eu pular a roleta. claro que não foi pela minha simpatia.

a intenção provavelmente era garantir "um a mais".

a precarização do mercado de tabalho é cada vez maior. desta forma, ludibriar  o chefe é a única forma de ter uma vida mais digna.

não estou defenfendo ninguém, até porque poderia me beneficiar disso e não quis deixar de pagar minha passaagem.

mas quem sou eu pra julgar né?

a vida é bem mais complicada que podemos pensar. em certos momentos vemnos como ela pode ser dura.



Escrito por Vinícius às 14h24
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na correria

Agora com o canudo da licenciatura na mão, mas com muita coisa pra fazer pela frente...

Mais uma sugestão para ocupar o tempo na internet.

Vejam no site do kibe loco www.kibeloco.com.br o clipe da música "Vai tomar no c..." a interpretação é tocante.

Abraço.



Escrito por Vinícius às 00h09
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Galera

Tô sem tempo. Indico a notícia abaixo para vocês se divertirem um pouco no feriado.

Abraço.

http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL26745-6091,00.html



Escrito por Vinícius às 12h26
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será o fim dos homens?

para quem acha que nós não prestamos para nada, essa é a melhor notícia do ano.

dêem uma olhada no link abaixo.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL21537-5603,00.html



Escrito por Vinícius às 10h15
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vamos aos vãos da realidade!!

Certas coisas não devem surpreender, mas incomodar...

Cheguei a essa conclusão depois de vir pra faculdade. São tantas pessoas, tantos estilos de vida, diversas formas de se portar perante o mundo que o lance é não se espantar com certas atitudes e ações. A vida – não apenas o que é, mas o que fazemos dela – é uma infinita possibilidade...

E vendo a TV a gente acaba não tomando tudo como dado, algo que seja natural. Na sexta-feira aconteceu uma coisa interessante quando estávamos eu e a TV, um tentado distrair o outro por alguns momentos...

De repente aparece uma chamada de uma reportagem sobre pirataria. Como é algo que está aí para todo mundo ver (os camelôs que ocupam o centro das grandes cidades não me deixam mentir ou aumentar as palavras por cona de argumento).  É preciso dizer que a reportagem fazia parte do “Jornal Hoje”, da Globo (OK, não se deve levar a sério mesmo, mas a mídia em quase sua totalidade não trata o assunto de forma diferente da que vou relatar aqui).

Indo ao ponto, o que o jornal mostrou foi uma iniciativa no rio grande do sul que visava mostrar para as crianças que a pirataria não era uma coisa legal. Através da educação eles queriam conscientizar os pequenos sobre os males do comércio ilegal. O objetivo eram que as crianças apreendessem essa lógica e pedissem para os pais terem uma nova postura ao comprarem o brinquedo do Dia das Crianças, do Natal...

Agora, o que a educação pode fazer contra o comércio ilegal? Para mim, pouquíssima coisa. Existe uma mania neste país de pensar que o povo é um imenso rebanho de ovelhas que acata as ordens de um pastor. Basta um sinal e lá vão os bichinhos, dóceis, fazerem o que mandou seu dono...

Essa hipótese pode funcionar em alguns casos, mas aqui não vejo esta leitura. O que move uma pessoa a comprar um CD de música ou do Playstation no camelô não é falta de educação, de meios para manobrar sua ação na sociedade. A questão é de preço mesmo. Por mais que alguns esqueçam, não estamos na Europa ou nos EUA. O salário não é pago em dólar ou euro.  Como pagar R$ 30,00 no álbum novo da Ivete Sangalo, R$ 60,00 no jogo de corrida do vídeo game?

Aí alguém vai dizer: quem não pode que não compre. Mas vai explicar isso pro espírito consumista que é alimentado toda hora pelas propagandas? Não importa se o tênis Nike é mais falso que uma nota de R$3,00. O que interessa é que agora o Zezinho tem alguma coisa da marca do Ronaldinho.

Enquanto não existir uma discussão sobre os preços de produtos fora da realidade do povo, nada será resolvido. A vantagem de pegar uma música no emule será maior que se deslocar para uma loja e comprar o trabalho novo do cantor da hora.

Para mim isso é simples. Transparente como água. Só não ver quem não quer.



Escrito por Vinícius às 09h57
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Pessoal

vou tomar vergonha na cara e cuidar mais desse catinho de idéias vagas e inconstantes...

tanto para escrever que as vezes me perco.

 



Escrito por Vinícius às 01h07
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hilário

http://kibeloco.blogspot.com/2007/04/fala-snia.html

não tenho palavras... vejam e se divirtam



Escrito por Vinícius às 01h00
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poesia

em homenagam ao aniversário de nascimento de Castro Alves e ao dia da poesia - 14 de março - vou deixar aqui um poema de minha autoria:

 

Guardiã dos Amantes

Me diz

O que é isso que me fscina.

Que me domina.

 

Me explica

O que me encanta.

Que força é essa que de ti

Emana.

 

Qual é o seu segredo

Lua?

 

Que força é essa que te envolve

Guardiã dos Amantes?



Escrito por Vinícius às 00h18
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Esse aí é um desenho que fiz na época de colégio, coisa de 2º grau (ensino médio é um nome que não era comum lá pelo anos 90 - parte final, que fique bem claro)...

Ah como era inocente... hoje em dia é muito difícil pensar revolução e democracia no mesmo plano.

Só a educação é que me parece a grande utopia possível para este país.



Escrito por Vinícius às 20h10
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Queria falar sobre poesia...

Não é nenhuma teoria sobre os etilos de rima, construção de estrofes ou análise sobre o jeito drummondiano de se expressar...

É que no ano passado alguns dos meus companheiros de república me perguntaram algumas vezes como a inspiração para os versos surgia.

É um assunto que me veio a cabeça entre os neurônios porque este ano vou completar dez anos de composição. Um bom momento para pensar como a poesia é feita.

Ano passado fiz uma matéria bem interessante na faculdade que passou um pouco pelo questionamento da inspiração como um dom divino. Faz sentido pensar na construção artística como uma dimensão racional ao levar em consideração que existem muitas relações de poder na atribuição dos elementos mais “legítimos” para um produto artístico. O que era considerado como pressuposto para a poesia romântica (questão do índio, por exemplo) hoje caiu por terra. O cotidiano é de onde se parte para a poesia modernista ou pós-modernista.

No meu humilde ofício de um rapaz que ainda não achou seu espaço no seleto grupo de poetas reconhecidos pela boa versação (ih me empolguei!), penso que já passei por uma fase em que a poesia aparecia do nada e vinha pedindo papel e caneta nos meus primeiros anos a uma época em que a transpiração garante a arrumação das palavras numa mensagem.

Hoje acredito que a poesia se constrói principalmente pela disposição em buscar um jogo poético de palavras. É dessa forma que escrevi muitos dos meus poemas desde 2000. Mas existem muitos versos que vem sem pedir licença, palavras que querem se encaixar sem você nem saber de onde elas saíram...

Poesia é algo difícil de explicar. Eu prefiro sentir e que ela me leve para outros mundos por longos anos.



Escrito por Vinícius às 20h02
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FELIZ 2007

PARA TODOS NÓS


 

Acha que estou errado?  Acho que não hein... Vai me dizer que não acredita que o Brasil só começa a andar depois do carnaval? Em que país você vive?



Escrito por Vinícius às 16h56
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A maldade de cada dia.

Estou acompanhando com o coração ressentido o que aconteceu com aquele menino que foi arrastado por 7 km no subúrbio do Rio. Foi algo muito chocante.

Pessoas e instituições importantes falaram sobre formas de evitar que crimes bárbaros como esse se repitam.

Sei que no calor do momento muitos defendem a pena de morte – que outra punição pode ser suficiente para responder a uma situação tão desumana? – mas devemos pensar que esse caso está na mídia por uma conjunção de fatores, como por exemplo as vítimas serem de classe média e ter ocorrido numa cidade grande.

Eu sei de uma história tão chocante que aconteceu na minha pequena Três Rios com seus 70 mil habitantes. Um senhor amarrou um garoto a um cavalo e saiu galopando pelas ruas do maior bairro daqui. Era o castigo para um suposto roubo.  Muitos tentaram ajudar, mas o homem estava armado. O menino morreu.

Sabe quando aconteceu isso? Há dois anos. Não é nada da época do Código de Hamurábi não (olho por olhos, dente por dente), nem das prisões da Idade Média relatadas por Foucault em “Vigiar e Punir”. 2005 foi o ano da trágica.

De que vai adiantar matar as pessoas? O necessário é evitar o crime. Se não der para evitar, punir de forma exemplar. Preso tem que trabalhar. Vi a importância disso na Lemos Brito, unidade do desativado complexo da Frei Caneca.

Alguém duvida que esse será o criem mais hediondo de que se teve notícia. Amanhã pode acontecer algo pior. Nosso problema está nas leis, mas sobretudo nos humanos. A vida não vale nada. O que vale é o consumo. Se precisar matar alguém para ter um colar, um celular, tudo bem.

Estamos mal! Muito mal...

 



Escrito por Vinícius às 18h21
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sobre o ócio

Estou de férias neste verão com cara de inverno... Ou melhor dizendo para força de argumento (até para escrever está difícil com o pensamento tão relaxado) imerso no ócio...

Para alguns pode ser algo improdutivo ou até produtivo (como um amigo meu gosta de falar sobre as minhas férias), mas d qualquer forma não é fácil ficar sem fazer nada. Vocês já experimentaram ficar absolutamente à toa?  Se não, tente agora! Mas agora não, pois estás lendo estas linhas. Permita-me divagar primeiro...

Tem um filósofo que fala sobre a importância do ócio, que se chama Domenico de Masi. Não sei muito bem o que ele trata, mas tem algo a ver com a produtividade dos momentos de lazer. Que nesses momentos a criação pode surgir de forma mais rica.

Seja o que for, ficar a toa é uma arte. E é uma arte ainda maior se não existir nenhum propósito mais erudito como o de Mais. Eu, nos meus momentos trirrienses, não quero pensar em grandes preocupações.

Mais falar deixar os olhos boiando em frente a TV...

Os ouvidos balançando nos acordes dos CDs...

O computador me ninando entre as redes da Internet...

Daqui a pouco a faculdade volta para “sugar” minhas atenções e minhas horas vagas só poderão vagar entre os livros. Até lá me deixem um pouco tentando não pensar em nada... nada.... nada...

 

 



Escrito por Vinícius às 21h53
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FELIZ 2007

PARA TODOS NÓS



Escrito por Vinícius às 16h19
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